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Room Tax tem pertinência e mão dupla

Não se trata de imposto, mas de ‘proposto’, uma vez que é facultativo. Room Tax ou City Tax é uma prática internacional que, no Brasil, configura uma contribuição facultativa. É direcionada, exclusivamente, ao engajamento da iniciativa privada.


Para Toni Sando, presidente da Unedestinos, “as organizações de Visitors e de Conventions Bureaux associadas à União Nacional de CBVS atuam com o objetivo de aumentar o fluxo de visitantes. Isso se faz por meio da capacitação de profissionais, prospecção, promoção e apoio a eventos nacionais e internacionais”.


O executivo acrescenta que “é fundamental o comprometimento dos gestores, da equipe comercial e da recepção dos hotéis associados com a parametrização do sistema, conhecimento e comprometimento para a devida arrecadação da contribuição do Room Tax facultativo”.


Com sustentabilidade financeira, as organizações podem seguir com sua missão em prol de um destino mais estruturado e acolhedor aos visitantes. Esse conjunto procedimentos e ações gera emprego e renda para população local. O Room Tax representa apoio logístico, produção de dossiês e de plataformas com recomendações de rotas, roteiros, equipamentos e fornecedores. E fortalece a garantia de experiências positivas aos visitantes.


Room Tax não é ônus, mas bônus, tendo em vista que é essencial manter as entidades de Visitors e de Conventions Bureaux sólidas. E providas de recursos que proporcionem resultados a curto, médio e longo prazo. Estas organizações são mantidas com a contribuição mensal ou anual de empresas, estabelecimentos, parcerias e patrocínios. E com o repasse do Room Tax dos hotéis associados à Unedestinos, na região.


No contexto da contribuição do Room Tax, s hotéis associados, que transformam viajantes em visitantes e hóspedes, têm papel determinante na sustentabilidade do sistema, no seu todo.

 

 

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